Família De Souza

A família De Souza do Benim e do Togo, que se espalha por vários países africanos e pela França, teve sua origem na lendária figura de Francisco Félix de Souza, nascido na Bahia em 1754, filho de pai português e mãe indígena, que exerceu um imenso poder sobre toda a antiga Costa dos Escravos na primeira metade do século XIX.1 Ele chegou à África, provavelmente, por volta de 1788, tendo vivido em Uidá, Badagri e Aneho. Nestas três cidades encontramos até hoje bairros fundados por ele, todos chamados Adjido, que seria uma transformação da expressão “Deus me ajudou”, sendo que em uma quarta cidade onde ele também teve negócios, Aguê, o bairro Adjido é o mais antigo, e considerado como a origem da cidade.2

Escrivão que mais se tarde tornou o responsável pelo Forte São João Baptista da Ajuda, Francisco F. de Souza já era um importante traficante de escravos, instalado em Aneho, quando o rei daomeano Adandozan determinou a sua prisão por causa de uma disputa comercial. Ainda na prisão, porém, o baiano fez um pacto de sangue com o príncipe Gakpé, irmão mais jovem do rei, que o ajudou a fugir em troca do seu apoio para destituir o rei.3 O príncipe Gakpé, depois do bem sucedido golpe de estado, assumiu a coroa com o nome de Guêzo, consagrou seu irmão de sangue vice-rei de Uidá, com o título de Chachá, e lhe outorgou o monopólio sobre todo tráfico de escravos no reino do Daomé. Foi nesta condição que ele se transformou, ao longo da sua estada de mais de meio século na África, no “maior traficante de escravos de todos os tempos”, como definiu Verger (op. cit.). 

Embora as referências escritas sobre Dom Francisco sejam bastante numerosas, só se conhece um retrato dele. Trata-se de uma pintura a óleo que o representa a meio busto, já na maturidade, vestido com uma camisa larga, um lenço em volta do pescoço e trazendo na cabeça uma espécie de gorro bordado com um pingente do lado direito. Apresenta-se com postura imponente e um olhar atento e penetrante, e tem também uns ares de aventureiro que faz lembrar o italiano Giuseppe Garibaldi (1807-1882), revolucionário farroupilha e, mais tarde, herói da unificação italiana, frequentemente representado com os mesmos adereços. Verger levanta a hipótese de que este retrato tenha sido pintado pelo mesmo artista que pintou o do seu filho “Chicou”, que foi Chachá III entre 1858 e 1880. Os dois quadros foram forçosamente pintados depois da morte de D. Francisco, uma vez que “Chicou” já era Chachá quando encomendou o seu.

Esse retrato de D. Francisco sem dúvida traduz mais a impressão que ele deixou de si do que seus verdadeiros traços físicos, ainda que uma certa semelhança seja provável. No âmbito do nosso estudo, entretanto, a impressão é até mais importante do que a fisionomia em si, uma vez que essa imagem é desde então inteiramente associada ao personagem e desta forma se reproduz no imaginário coletivo servindo de base para a representação que seus descendentes fazem de si próprios hoje, como veremos ao longo deste trabalho.

Desse retrato, aliás, existem atualmente várias versões que exemplificam bem a importância da representação de si como um marcador de identidade dos agudás, e como a família De Souza vem reescrevendo sua história, inclusive em termos visuais. A reprodução publicada por Verger em 1968 encontrava-se exposta na galeria de retratos da família De Souza em Singbomey, a concessão da família em Uidá, nos anos 1950. No entanto, ela é diferente da tela exposta na mesma galeria nos anos 1990. O retrato original, bastante sóbrio, foi “modernizado” e ganhou um halo semelhante aos encontrados nas representações dos santos católicos. Já no retrato exposto na mesma galeria em 2010 o personagem se apresenta rejuvenescido, com ares de fidalgo.

O pacto de sangue entre o rei e o traficante brasileiro foi, antes de tudo, um pacto político e comercial, com todas as consequências sociais daí decorrentes. Desta forma, os brancos em geral deixaram de ser simples estrangeiros para se integrarem formalmente ao pacto social e político do reinado de Guêzo, com um papel de primeira grandeza na estratégia do poder.

Foi nesta condição que o traficante baiano obteve do rei Guêzo a concessão de terras em Uidá e em outras províncias do reino, embora o acesso à terra fosse vedado aos estrangeiros. Este fato foi de importância capital para a instalação dos brancos e a constituição de uma verdadeira comunidade brasileira naquela costa. Sobretudo, isto permitiu aos africanos libertos retornados do Brasil, uma vez que eles foram considerados como agudás, obterem terras eles também e desta forma contribuírem decisivamente para o desenvolvimento da agricultura no país (cf. Turner, 1975:137). O papel dos “brasileiros” na transformação radical desta região da África foi destacado por Gilberto Freyre, que sublinhou que “o aspecto econômico da revolução cultural ocasionada na África pela presença do africano ‘brasileiro’, que não deve ser absolutamente esquecido. Ele marca o vago, mas significativo, começo de uma burguesia capitalista africana em uma região do mundo então ainda virgem de burguesia e de capitalismo autóctone.” 4

Ao que tudo indica, Francisco Félix teve uma descendência bastante vasta – fala-se de 80 filhos homens, não se conhecendo o número de filhas – embora não se conheça nem o número nem os nomes de todas as suas esposas. Seus primeiros casamentos conhecidos, entretanto, são bastante reveladores da sua estratégia para ser aceito pelos chefetes locais. Estabelecido primeiramente em Aneho, ele conquistou prestígio e poder ao se casar sucessivamente com duas princesas do reino Guin, Djidjiabu, mãe de Isidoro Félix, e Ahossi, mãe de Ignácio Félix, Antônio Kuaku Adekpeti, Ayavavi Félix e Ambavi Félix de Souza. Ainda nesta cidade, Dom Francisco teria tido também inúmeros filhos com outras mulheres do país, todos devidamente reconhecidos, e que formavam já uma pequena comunidade “brasileira” quando ele partiu para Uidá, por volta de 1820 (Turner, op. cit.).

Prova irrefutável do prestígio e da importância política de Francisco Félix de Souza no reino do Daomé foram as homenagens a ele prestadas pelo rei por ocasião de sua morte, aos 94 anos de idade. Tão logo recebeu a notícia do falecimento do seu amigo, ocorrido na terça-feira, 8 de maio de 1849, Guêzo enviou a Uidá dois de seus filhos, à frente de um destacamento de 80 amazonas, para realizar as cerimônias tradicionais. Para tanto, doou ainda 51 pagnes5 à família, um para cada filho do Chachá ainda vivo, e mais sete pessoas para serem sacrificadas em honra do vice-rei, conforme exigia sua posição. Sob a alegação que seu pai era branco, Isidoro, o mais velho da família e futuro Chachá II, houve por bem recusar o sacrifício (Verger, 1968:467). Segundo outras versões, entretanto, um rapaz e uma moça teriam sido efetivamente decapitados e inumados juntamente com o todo poderoso senhor de Uidah, ao mesmo tempo em que três homens foram sacrificados em sua honra na praia.6 Os funerais duraram vários meses e foram organizados por Domingos José Martins, outro grande traficante brasileiro que tinha se estabelecido em Uidá sob a proteção do Chachá, ao qual sucedeu como o mais importante traficante de escravos da região (Ross, 1965:83).7

A sucessão de D. Francisco Félix de Souza, disputada por três de seus filhos – Isidoro, Ignácio e Antônio - foi decidida a favor do primeiro pelo rei do Daomé durante o mês de março de 1850. Educado no Brasil, Isidoro teve 24 filhos, dos quais 13 tiveram descendentes que até hoje se reúnem todo dia 3 de janeiro para celebrar a “Festa do Isidoro”. Na família, reza a lenda de que, quando soube da morte do pai de tanto dar tiros e soltar foguetes em sinal de luto, Isidoro acabou pondo fogo na casa e perdeu neste incêndio tudo o que possuía, incluindo a papelada relativa à fortuna investida na Bahia (cf. Verger, 1953:41).

De Isidoro conhecemos um retrato a óleo, o que era bastante raro na Costa da ÁfricaExistem atualmente expostas em Singbomey duas reproduções deste quadro, cujo original foi pintado na Bahia (Verger, 1968:606). Um está na galeria de retratos da família, na casa onde fica o túmulo de D. Francisco, e o segundo na entrada da antiga residência de Isidoro, do outro lado da concessão de Uidá.

Isidoro morreu em 1858, no mesmo ano do rei Guêzo, e o sucessor deste, Glélé, nomeou primeiramente um outro príncipe do reino de Glidji, Antonio Félix Kokou Adekpeti de Souza, filho da princesa Ahossi, como Chachá III. A escolha do rei Glelé se revelou realmente insustentável, então o rei destituiu Adekpeti e nomeou em seu lugar Ignatio Félix de Souza, que era também filho da princesa Ahossi. Este, no entanto, desapareceu misteriosamente, o que obrigou o rei Glelé a escolher um terceiro sucessor de Isidoro, e foi a vez de Francisco Félix de Souza, dito “Chicou” (1824-1880). Ele foi o verdadeiro Chachá III, de 1864 até a sua morte.

O Chachá III também mandou fazer seu retrato a óleo, que se encontra atualmente na galeria da família em Singbomey. Este retrato dá a impressão de que ele quis transpor sua própria estratégia pessoal enquanto Chachá para a tela, ou seja, representar uma simbiose entre a sobriedade burguesa de seu irmão mais velho e a legendária fama de aventureiro de seu pai, tão apreciada pelos africanos. Ele se fez representar de pé, mais ou menos na mesma postura que Isidoro e vestido de forma semelhante. Em vez de apoiar a mão sobre uma escrivaninha, porém, Chachá III preferiu a grossa bengala com empunhadura de ouro que simbolizava o seu poder. A construção da sua imagem se completa enfim pelo mesmo boné em forma de calota que usava Chachá Adjinakou.

O sucessor de “Chicou”, nomeado pelo rei Glelé em 1880, foi Julião Félix de Souza (1832-1887). Seu retrato fotográfico, exposto na sua tumba em Uidá, mostra um homem de pele clara, traços finos e, aparentemente, muito à vontade em um elegante smoking, semelhante ao de Isidoro, mas de corte mais moderno. Exportador de óleo de palma, Julião esteve várias vezes na Bahia, de onde ele importava principalmente tabaco e açúcar. Rico e bem instalado em Uidá, ele mandou construir para si, no bairro Brésil, uma confortável morada com paredes de tijolos vermelhos e janelas envidraçadas, com espaçosas varandas sustentadas por balcões em madeira tropical. Conhecida como Lisséssa (a casa sob a árvore lissé), essa casa era motivo de orgulho para os 45 filhos que compunham sua progenitura (Souza, 1992:55-57).

Ele foi igualmente fiel à tradição comercial da família de fazer dinheiro como intermediário entre o rei do Daomé e os europeus no comércio de escravos, feito desta vez com a província portuguesa de São Tomé e Príncipe sob a forma escamoteada de um programa de colonização. Entretanto, os tempos haviam mudado e os riscos políticos eram muito maiores, de modo que esta dupla fidelidade às tradições acabaram por lhe custar a vida.

Por volta de abril de 1887, Julião foi chamado a Abomé e preso com toda a sua comitiva. A acusação sobre ele vai dos termos de um tratado assinado com Portugal à gestão das contas no negócio de venda de prisioneiros a São Tomé e Príncipe. O ramo Julião da família De Souza, porém, sustenta até os nossos dias a hipótese de complô e de traição por parte de certos irmãos, que teriam se aliado aos franceses para obter vantagens materiais. Submetido à prova da verdade pelo vodu, o Chachá IV foi considerado culpado e executado com todo o seu séquito, com exceção de seu irmão Antônio Félix, dito “Agbakoun”, e de seu sobrinho Leopoldo de Medeiros. Antonio foi primeiramente considerado inocente e liberado, para ser finalmente envenenado por um emissário de Abomé dois dias depois do seu retorno a Uidá. Leopoldo foi salvo na ultimíssima hora por sua mãe, Francisca Sikè Kpèvi de Souza de Medeiros, filha caçula do Chachá I, que enviou a Abomé uma delegação de 41 pessoas próximas à corte8, com o “recade” 9 da sua mãe, Iya Agbalê, e muitos presentes, como exigem os costumes.10

Os filhos de Julião, também considerados culpados, foram igualmente executados. Todos os bens de Julião foram confiscados, o teto de sua casa “Lisséssa” foi retirado em sinal público de punição. Tendo seus irmãos se recusado a permitir sua inumação no cemitério da família em Singbomey, ele foi sepultado entre os escombros da “Lisséssa” (Souza e Turner, op. cit.).

Uma das esposas de Julião, Agboéssi Hounkovo, conseguiu, entretanto, escapar com seu filho de colo, Feliciano, encontrando refúgio em um convento de vodu em Aguê. Filha do rei Toyi de Agoué-Adjigo, ela tinha se casado com Julião quando era ainda muito menina e se chamava Ahlon Coba. Feliciano - chamado também de “Tossou”, aquele que é filho de uma vodunsi e é criado em um convento – sobreviveu mas nunca mais voltou a Uidá. Tornou-se alfaiate, o que valeu o apelido de “Tela” (transformação da palavra inglesa taylor). Feliciano Tossou Tela de Souza se instalou finalmente em Grande Popô e teve 23 filhos, que fizeram outros tantos, de tal modo que o ramo Julião é hoje o mais numeroso da família De Souza.11

O rei Glelé, apesar da execução de Julião, manteve o título de Chachá e designou Lino Félix de Souza como quinto titular da dinastia. Lino Félix foi o último dos filhos de Dom Francisco a sucedê-lo e o último Chachá diretamente escolhido pelo rei do Daomé. Ele morreu menos de um ano depois de assumir suas funções, as quais estavam desprovidas de qualquer poder político.

Quando da morte de Lino, os negócios de estado no reino do Daomé já estavam entre as mãos do príncipe herdeiro Kondo, o futuro rei Behanzin. Este, embora contasse com vários “brasileiros” entre seus próximos colaboradores, era publicamente hostil aos agudás.12 Depois de Behanzin, foram os franceses que deram as ordens no Daomé, e não se verá outro Chachá até 1917, quando a família elegeu por sua conta o sucessor de Lino Félix de Souza.

Quando da morte de um Chachá, suas funções são desempenhadas por um Vigan (“o responsável pelas crianças”) até que um novo titular seja entronizado. O Vigan é tradicionalmente escolhido dentre os membros do ramo José, os quais, entretanto, não são passíveis de se tornarem Chachás. Segundo a tradição familiar, José Félix de Souza, responsável pelas feitorias de D. Francisco em Zomaí, teria recusado sua nomeação para Chachá e, por isso, sua descendência foi excluída da linha de sucessão.13

Assim sendo, a regência, como é chamada a interinidade do Vigan, foi assegurada entre 1888 e 1917 por Estève Kpévi (1873-1934), filho de José Félix de Souza. Em 1917, Roberto Norberto de Souza (1879-1956), filho de Francisco “Chicou” Félix de Souza, o Chachá III, foi eleito e entronizado pela família como Chachá VI. Com a morte de Norberto, em 1956, a regência foi desempenhada por Grégoire (1899-1978), filho de Estève Kpévi, até 1961, quando a família escolheu como Chachá VII Jérôme Anastácio de Souza (1884-1961), bisneto de Antonio Kokou Adékpeti, o sucessor de Isidoro deposto por Guêzo.

A sucessão de Jérôme Anastácio se mostrou tão complicada que foram necessários 26 anos para se resolver, sendo este período marcado por acusações de feitiçaria e de envenenamento dos pretendentes ao título e, também, de corrupção na administração do patrimônio familiar. Foi ainda o Vigan Grégoire que se tornou mais uma vez regente, aguardando a escolha de um novo Chachá. Por ocasião da morte de Grégoire, em 1978, a família decidiu constituir um conselho de regência, cuja presidência foi exercida por Julien Komlanvi Feliciano de Souza (1907-1991), filho de Feliciano Tossou Tela, um representante do ramo Julião, que tinha se tornado o mais numeroso da família. Em 1989, a família constituiu um Conselho Supranacional Benim-Togo a fim de bem administrar todos os seus assuntos. Sua presidência continuou nas mãos de Julien Komlanvi. O regente se encontrava na eminência de ser entronizado Chachá, quando, vítima de um latrocínio, ele morreu na sua própria casa, em Grande Popô. A presidência do Conselho Supranacional passou então ao irmão mais novo de Julien, Sr. Honoré Feliciano de Souza, que se encontrava já à testa da família no Togo.

Em março de 1995, foi criada a Union de la Famille de Souza (UFAS), “associação apolítica de caráter familiar”, reunindo “os descendentes de Dom Francisco Félix de Souza aderentes aos estatutos”, e Honoré Feliciano de Souza foi eleito seu presidente.

Estando à frente, ao mesmo tempo, do Conselho Supranacional e da União da Família de Souza, chefe do ramo mais numeroso entre os De Souza e já à testa da família no Togo, Honoré Feliciano foi naturalmente escolhido como sucessor de Jérôme Anastácio.

Honoré Feliciano Julião de Souza nasceu em 1930, casou-se e foi pai de 22 filhos.14 Empresário de sucesso e proprietário da Alures Afrique e Alures Bénin, que figuravam entre as maiores empresas de marcenaria de alumínio da região na época.

“Quem sempre adia para o dia seguinte encontrara desgraça no caminho”, afirma-se entre os De Souza. Os partidários do novo Chachá decidem então proceder à sua entronização o mais rápido possível, por medo de que a maldição que já atingiu tantos pretendentes nos últimos 26 anos se abata também sobre este neto de Julião Félix de Souza, finalmente de pleno retorno a Uidá.

O Chachá VIII faleceu em dezembro de 2014. Seu período à frente da família De Souza, um dos mais longevos da dinastia, destacou-se pela retomada plena das tradições familiares, articulando os diversos ramos da família em prol dos interesses comuns, como bem expressa a criação da Fundação Francisco Félix de Souza, dedicada a fortalecer os laços familiares e as relações da família com a sociedade civil das Repúblicas do Benim e do Togo.


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  • Reprodução de retrato a óleo de Isidoro de Souza, o Chachá II, exposto no salão principal de Singbomey, concessão da família De Souza em Uidá - s/d

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  • Na cerimônia privada de entronização, descendente de Francisco “Chicou” de Souza, o Chachá III, reza diante do retrato de seu ancestral, em Singbomey - 7 de outubro de 1995 - Uidá, Benim

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  • Reprodução do retrato fotográfico de Julião de Souza, o Chachá IV, exposto junto ao seu túmulo - s/d

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  • Reprodução de retrato fotográfico de Germano Julião Francisco de Souza, exposto em residência da família De Souza em Lomé - 21 de agosto de 1908 - Lomé, Togo

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  • Túmulo de Julião de Souza - 1995 - Uidá, Benim

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